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domingo, 16 de janeiro de 2011

Conto Erótico - Esposa Leiloada (1 foto)

Esposa Leiloada

Este conto erótico, que envolve sado-masoquismo, submissão e muita putaria com uma casada, foi dividido em 8 capítulos para o deleite dos leitores. Espero que gostem. É um conto de ficção com muito tesão para quem gosta do tema.


Esposa Leiloada

CAPITULO 1




Depois de experiência com os meninos, eu ainda transei com dois deles mais uma vez com a participação de meu marido, mas foi com cada um de uma vez, isoladamente, e na terceira vez eu senti que meu marido já não vibrava como na primeira. Um dia resolvemos conversar abertamente e ele me disse que quase tinha morrido de tanto gozar durante aquele maravilhoso fim de semana, mas que sua vontade real era praticar outro tipo de sexo. Quando me disse o que queria eu de pronto não concordei, pois já sabia o que era sado-masoquismo e como o conheço muito bem, sabia também que a parte da submissa sofredora caberia a mim. Mas ele foi sempre tocando no assunto, dizendo que eu seria a dona da situação, e que pararia na hora em que eu determinasse, que a dor comedida dava muito tesão, e isso eu já sabia porque gostava também de um pouco de dor em certas horas. Ele me contou que entrava sempre em sites da internet de madrugada, quando eu já estava dormindo, e que estava cada vez mais sentindo tesão pelas histórias que lia. Fiquei muito curiosa, como toda mulher, e pedi para ficar com ele na hora em que fosse entrar. A principio fiquei horrorizada com as barbaridades que se vê na internet, mas depois fui aprendendo a tirar o melhor partido daquelas monstruosidades. Após uns dois meses de visitas na internet a sites de sexo, e de sado. Passamos a ler também os contos enviados por internautas, e me admirei muito da diversidade encontrada nos tais contos. Havia de tudo, mas principalmente todos ou quase todos eram muito mal escritos. Mas de qualquer forma após a leitura de um ou outro mais interessante, invariavelmente eu percebia que ele mudava completamente, passando a ser mais atirado, mais tesudo, mais viril, até que me convenci de que ele realmente se modificava com aqueles incentivos mentais. Fomos nos aprofundando nas leituras sobre sado, e de vez em quando eu dizia para ele: presta atenção, porque parece um caminho sem volta se a gente embarcar nessa. Mas ele é bastante insistente, e depois de uns quatro meses me convenceu de que deveríamos fazer uma experiência. Depois de resolvido que iríamos participar de uma sessão de sado-masoquismo ficamos num mato sem cachorro, pois inexperientes como éramos, não sabíamos por onde começar nem onde procurar. Ficamos trocando idéias durante uns quinze dias, e nesse tempo as trepadas foram maravilhosas. O acaso mudou nossa vida.

sábado, 16 de outubro de 2010