sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013

REVISTA INFIEL N. 10 (71 FOTOS)

REVISTA INFIEL N. 10 (71 fotos)


Olá cornos, comedores, esposas safadas e todos que curtem o sexo sem preconceito. Neste número da revista INFIEL você vai descobrir que quando o problema é o tamanho do pênis, nem tudo está perdido. Ainda mais se você curte ser corno e sua mulher quer ter novas experiências. A edição está recheada de textos e fotos para todos os gostos, além do nosso exclusivo CORNOTESTE.
 
 
 

EDITORIAL

 Olá caros leitores,

Existem muitos mitos quando o assunto é tamanho do pênis. Dois dos artigos mais acessados e comentados deste blog, foram  relacionados ao tema. Um é sobre o SPH que trata de cornos que curtem ser humilhados pela esposa, por terem pau pequeno, e você pode ler a postagem acessando aqui. E o outro é o artigo intitulado "Elas preferem pau grande". Se você ainda não leu este, pode fazer clicando aqui.
Como o assunto nunca se esgota (você já percebeu o número de e-mails e propagandas na net, prometendo milhões de soluções para aumentar o seu pênis), esta edição é inteiramente dedicada ao assunto. Espero que gostem e comentem.

Abraços!
 
 
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CONTO ILUSTRADO

CASEI COM UM HOMEM DE PINTO PEQUENO!

Por  Lúcia M. ou "Esposinha Sedenta"

Estou casada há mais de 20 anos com um homem muito educado, bondoso, com uma situação financeira estável e vivendo maravilhosamente bem no casamento. Apesar de sentir tesão com meu marido nas relações sexuais, não me sinto totalmente completa e satisfeita, porque ele, sendo oriental, tem um pinto bem pequeno e fino, que mede, em estado de ereção, apenas 9 centímetros.


Nunca havia transado com outro homem na minha vida. Nem com pênis pequeno e nem de cacete grande e sempre sonhava muito com essa possibilidade. Um dia quando fomos acampar numa chácara no interior de São Paulo, que era frequentada por turistas de todo o Brasil e até do exterior, fiquei olhando um rapaz que sempre andava nas dependências da pousada usando apenas uma sunga curta onde dava para notar que apesar de sua pouca idade, cerca de 20 anos, ele deveria possuir um enorme cacete.



Ele era de uma cidade do Norte do Rio de Janeiro, estava noivo e cursando engenharia. Ao puxar conversa com ele no restaurante da pousada ele me falou que sua noiva tinha ficado em sua cidade porque estava participando de um curso de telecomunicação. Eu nos meus 44 anos de idade ainda gosto muito de sexo e aquele rapaz foi me deixando maluca de tesão.


Não era muito forte. Era magro, mas tinha um belo e enorme pau que certamente me daria muito tesão. Ficamos conversando por um bom tempo e falei de meu casamento. Disse a ele que eu era feliz no casamento, mas que tinha uma certa necessidade de conhecer outro parceiro de cacete maior e que havia notado no tal rapaz o requisito básico para a minha antiga fantasia sexual.


Ele então me falou que se eu quizesse poderia me ajudar a realizar meu sonho sexual no dia seguinte. Naquela noite, enquanto meu marido pescava, me masturbei freneticamente pensando no nosso encontro e em como seria ter um cacete enorme para poder chupar e transar bem gostoso.


Eu combinei com meu futuro amante de sair passeando pelas trilhas da mata, na manhã seguinte e encontrá-lo e secretamente. Depois do café da manhã, estava super excitada e contei tudo ao meu marido. Para minha surpresa, ele me apoiou, com uma única condição: que eu contasse tudo em detalhes depois. Topei na hora. Estava me sentindo cada vez mais putinha e confiante. Até provocava ele, dizendo que finalmente iria sentir um caralho de verdade me comendo.


Não tinha mais como voltar atrás. No horário combinado, fui sozinha até o local e chegando lá comecei a me despir inteiramente, esperando com sofreguidão pelo meu cacetudo gostoso. Eu estava preocupado porque achava que ele talvez pudesse desistir, ou alguma coisa pudesse dar errado. Ficava o tempo todo olhando para ver se alguém chegava. Estava tão excitada que acho que transaria com qualquer um que aparecesse naquele momento.

 


Estava terminando de tirar tudo quando avistei meu garanhão chegando. Minha respiração acelerou e uma onda de prazer percorreu todo o meu corpo. Fiz sinal para que ele pudesse me ver mais facilmente. Lembrei da excitação que tive na primeira vez que fiz sexo, e certamente esta vez seria bem melhor.


Ao me ver nua, ele fez um comentário sobre a minha xoxotinha completamente depilada. Eu havia caprichado na depilação naquela manhã e isto surtiu efeito, pois ao olhar para ela, comentou que adorava uma bocetinha lisa, e que a minha era deliciosa. Eu percebi pelo volume do seu shorts que ele realmente havia gostado.


Naquele local deserto e secreto, deitei na areia quente e comecei a provocar o rapaz, perguntando se eu poderia chupar seu pau gostoso, enquanto brincava com meus seios. Ele não se fez de rogado, foi logo tirando sua roupa e eu fiquei alucinada quando vi aquele cacetão balançando no ar.

  
Aquele pênis me deixava alucinada. Estava completamente hipnotizada por aquela vara de carne dura e pulsante. Fui atraída até ela como um imã. Ele apenas ficou parado com aquela vara dura. Acho que sabia que nenhuma mulher seria capaz de resistir aquele caralho delicioso.
 
 
Estava completamente tomada pelo tesão e comecei timidamente a lamber aquele delicioso pedaço de carne com a ponta da minha língua como se fosse o último cacete na face da terra. Queria aproveitar cada centímetro daquele pau. Nunca havia experimentado uma sensação tão gostosa em toda a minha vida.
 

Quando peguei aquele cacete pela primeira vez, um enorme calor subiu desde o meio das minha pernas até o meu rosto. Finalmente estava realizando minha fantasia, e queria aproveitar aquele que, depois de tantos anos, seria o meu primeiro cacete de verdade.
 

Não demorou muito e depois das primeiras lambidas me esforçava para colocar aquela cabeça enorme dentro da minha boca. Por mim, passaria horas, só mamando aquela vara delicosa. Coisa que jamais seria possível com meu marido, pois além de ter o pênis infinitamente menor, ele gozava depois de poucos segundos de sexo oral.


Ele começou a foder minha boca com seu pau de forma impiedosa, sem que eu ao menos encostasse a mão. Me dominava completamente com aquela rola gigante. Eu estava adorando servir o meu macho e, naquele momento, seria capaz de fazer qualquer coisa por ele.
 
  
Conforme ele metia a pica na minha boca, eu esfrega as minhas coxas, uma contra a outra e acabei realizando uma façanha que jamais imaginaria ser possível. Acabei gozando com o simples roçar das minha coxas. Depois fiquei de quatro na areia, ajoelhada, provocando o meu macho e mostrando o que eu realmente queria com aquele cacete.
 
 
 
Ele veio meter na minha buceta quente e disse que iria tirar umas fotos para eu mostrar pro meu marido. Mal sabia eu que meu maridinho iria, depois daquele dia, bater muitas e muitas punhetas, vendo sua esposa sendo fodida por um garotão pintudo.
 
 
Aquela piroca enorme não era nenhum desperdício nele, pois ele sabia exatamente como meter e extrair todo o prazer que meu corpo precisava. Mesmo sem precisar, ele tinha uma pegada maravilhosa, era um verdadeiro macho alfa.
 
 
Finalmente, após eu ter tido vários orgasmos, ele deitou-se na areia e pediu para ser chupado, pois queria gozar também. Qual mulher resiste a um pau desses? Fiquei novamente excitada e fui retribuir todo o prazer que meu macho havia acabado de me dar.
 
 
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Caí de boca e fiz o boquete mais caprichado da minha vida, afinal de contas estava bastante estimulada só de ver aquela vara enorme que tinha acabado de me foder inteirinha.
 
 
 
Foi uma delicia essa transa, onde gozamos muito. Ele acabou gozando no meu seio, e me xingando de puta, vagabunda, vaca e boqueteira! Fiquei orgulhosa e sabia que meu maridinho também ficaria.
 


Dois dias depois o convidei para dormir comigo no quarto da pousada e deixei o meu marido e ele meterem gostoso na minha buceta. Chupei o pau dos dois, dei a buceta para os dois, mas, o moço de cacete maior me fez ir as nuvens enquanto meu marido apenas me causava o mesmo prazer de mais de 20 anos de casada, ou seja, aquela tesão costumeiro de sempre. Já meu amante pintoso...
 

CORNO TESTE


Quando o marido não consegue mais satisfazer completamente sua esposa, na cama, por causa do tamanho diminuto do seu pênis, o que a esposa deve fazer? Cruzar os braços? Jamais. Veja qual a solução que cada esposa arrumou para o seu caso, e tente advinhar o que cada uma delas fez. Vamos as opções:

a. Uma delas arrumou um belo negão, porque a maioria dos negros é bem dotada
b. Para ter certeza que o cara é bem dotado, a outra acabou procurando um macho pela internet, mas pediu a foto por e-mail antes, para conferir a ferramenta
c. Resolveu pagar para um bem dotado, pois já sabia as medidas do membro no anúncio dos classificados

Ao passar o mouse por cima das fotos, você vai descobrir a resposta. Boa sorte.
 

Click Me
Click Me

Click Me


Resposta:

1-b
2-c
3-a
 
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MEU MARIDO ME DEU UM iPHONE. ADOREI!

Sempre fui avessa à novas tecnologias que aparecem por aí. Meu marido, Jorge, um dia resolveu me dar de presente de casamento um iPHONE. Mal sabia ele que aquele aparelhinho com design sensual iria se tornar o meu aliado número um quando o assunto é sexo. Jorge nunca foi muito ligado a sexo, e eu sempre acabava me censurando por conta de seu desinteresse. Mas o celular que ganhei, mudou a minha vida. Primeiro foram os vídeos que eu acessava pela internet. Descobri muita coisa, via homens maravilhosos, bem dotadados fazendo coisas incríveis com mulheres. Eu passava horas me masturbando com aquele aparelhinho na mão. Esperava ansiosamente Jorge ir trabalhar, para ligar o meu aparelho e assistir aos vídeos de sexo que mais gostava. Daí para entrar nas redes socias foi apenas questão de ir descobrindo como fazer. A gente sempre tem aquele sobrinho que sabe tudo de computador e celulares e que me ensinou a fazer o básico. Depois de uma aulinhas acabei criando uma conta de e-mail (coroazudaquertodatao@... não vou contar o resto, risos), um álbum de fotos sensuais, e meu msn já contava com mais de 200 contados que acabei encontrando pela rede e alguns ao vivo, também. Depois disso, não demorou muito para encontrar meu primeiro macho, exatamente do jeito que eu queria: novo, bem dotado, viril, discreto e que adora uma coroa. Após vencida a barreria do medo do primeiro encontro, finalmente me tornei uma esposa infiel e feliz. Com certeza o aparelhinho mudou  muito a minha vida.
 
 
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MEU PAU É PEQUENO, O QUE FAZER?

 
Um certo dia, você, feliz da vida assiste a um filme pornô ou vê um vídeo na internet e descobre que seu pau é pequeno. O que fazer?
Primeiro você quer ter certeza que eu seu pau é pequeno. Basta comparar ao brinquedinho favorito da sua esposa.
  
 
Ainda indignado? Bastam algumas pequenas (desculpem o trocadilho, risos) comparações para você aceitar os fatos:
 
  • Seu pau é menor que o salto alto que sua mulher usa para sair por ai

  • Menor que uma pilha... PALITO
  • Menor que um maço de cigarro...

  •  Ou até mesmo do isqueiro???
 
Se você, mesmo assim acha que esta dentro dos padrões de satisfação das mulheres, dê uma olhada no gráfico abaixo, que mostra exatamente o que elas gostam.


Está dentro da zona vermelha? Não? Bom, meu amigo, nestes casos você nasceu para ser corno mesmo. E não tem solução, porque nem bomba peniana, nem remédio e nem operação vão resolver o seu problema.


Mas o negócio é relaxar, e gozar, mesmo que seja um pouquinho. Veja como casais conseguiram encontrar prazer, mesmo o marido tendo um pauzinho diminuto. É só tomar algumas 'medidas' e aproveitar ao máximo o que você tem 'de menor'.
  
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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HQ ERÓTICA

Um assalto que mudou a vida de um casal...
 
 
 
 
 
 
 
 
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Pênis: Tamanho é documento, sim!

Clarah Averbuck fala sobre o órgão sexual masculino

por Clarah Averbuck
 
Publicado na revista Super interessante em junho 2002
 
Você já deve ter se cansado de ouvir a declaração de que “tamanho não é documento”. É uma daquelas frases auto-iludidas, como “é dos carecas que elas gostam mais”. Desculpe, mas a maioria de nós não gosta de carecas. (Falta de cabelo pode indicar baixo nível de testosterona, que é um hormônio que não pode faltar num homem.) Da mesma forma, é preciso encarar que tamanho é documento, sim, senhor.

É claro que estamos falando do nosso amigo pênis. Sem essa de dizer que o que conta para as mulheres são as preliminares. Ou que o prazer feminino depende do envolvimento com o dono do pênis em questão. Claro que tudo isso é importante. Mas a gente, tanto quanto os homens, também gosta de carne. Carne bonita. Muita carne. Se homem gosta de bumbum grande e seios fartos, por que a gente não pode gostar de volumes generosos também?

Que me desculpem os maldotados, mas o nosso prazer depende, sim, do tamanho do pênis. Estou falando do prazer no intercurso. Mas também do prazer visual, tátil. Se o rapaz tiver o melhor beijo do mundo e um pênis minúsculo, boa parte do esforço – o dele e o nosso – vai por água abaixo. Não há como negar. (Confesso que não consultei especialistas para chegar a essa conclusão: consultei garotas. Mas você quer alguém melhor para perguntar?)

O mito de que tamanho não é documento vem provavelmente de uma velha idéia machista de que mulher não gosta de ter prazer pelo prazer. Ou seja: o prazer físico seria privilégio dos homens, que são encorajados a fazer isso desde o momento em que deixam de engatinhar. Às mulheres caberia um interesse meramente emocional, quase platônico, em relação ao sexo. Saiba que não é assim. Mulher tem tesão, gosta de corpo, de curvas e precisa de prazer tanto quanto um latagão qualquer. Chega dessa história de que, para o rapaz, quanto mais mulheres arrecadar, melhor. Enquanto para a menina, vale o contrário: quanto menos viver, quanto menos curtir, melhor. Toda a diversão para eles e só culpa e vergonha para a gente? Chega.

Dizer que o tamanho do pênis não importa é deixar de reconhecer que também existem mulheres que procuram sexo sem envolvimento. Algo que não tem nada a ver com amor, casamento ou relacionamento emocional. A gente também gosta dessas coisas, claro. Assim como é evidente que ninguém se apaixona por um pênis sozinho, existem milhares de outros fatores que podem eventualmente tornar o tamanho do pênis um quesito secundário. Mas nada disso garante a alguém imaginar que, para as mulheres, o tamanho do pênis é apenas um pequeno detalhe. Não é.

Em uma recente matéria da Super, aprendi sobre o “investimento parental”, um termo criado por um pesquisador americano que parte do princípio de que “óvulos são caros, esperma é barato”. Isso faria com que os machos tendessem à poligamia e as mulheres, à monogamia. Tudo o que posso dizer a esse respeito é que dou graças a Deus por ser uma fêmea da espécie humana, com livre-arbítrio para escapar ilesa – e solteira! – dessa chatíssima imposição natural. Podemos tranqüilamente fazer sexo sem a intenção de gerar prole, tanto quanto um macho da espécie.

Sexo é algo que as pessoas deveriam praticar por um só motivo: é bom. Isso sempre foi claro e permitido para os homens. Só há bem pouco tempo começou a ser permitido para as mulheres pensar assim também. Mas ainda há resquícios da Idade das Trevas – ainda hoje, por exemplo, temos uma lei estúpida no Brasil declarando que se o marido descobrir que sua esposa não é mais virgem alguns dias depois do casamento, pode anulá-lo. Felizmente, a sociedade está mudando e preocupações como “será que ele vai achar que eu sou uma desclassificada porque aceitei o convite de ir para o motel logo no primeiro encontro?” estão dando (sem trocadilho!), na cabeça das mulheres, lugar a pensamentos bem mais saudáveis e menos neuróticos: tomar de cara a iniciativa e convidá-lo, se assim o coração mandar. Afinal, nada é tão saudável quanto o sexo sem neurose e sem culpa.

Curiosamente, alguns homens ainda têm resistência a esse tipo de comportamento feminino. O que é incompreensível. Quer dizer que só porque a garota foi para a cama com você no primeiro dia, isso significa que ela não é digna de um relacionamento duradouro? Se sexo é tão bom para você, por que não pode ser bom para ela também?

É triste viver numa sociedade que pune, ainda que veladamente, as mulheres que transam numa boa e que falam a verdade sobre o assunto como, por exemplo, que o tamanho é importante, sim, senhor.

* Jornalista, é autora de Máquina de Pinball publicado pela Editora Conrad
 
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FOTOS: AMO MEU MARIDO, MAS...

As vezes falta alguma coisa para o amor ser completo, ou alguns centímetros. Entenda melhor como pensam as mulheres que não estão completamente satisfeitas com seus maridos.
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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CONTO ERÓTICO

Minha namorada adora ser arrombada por um pau gigante

parte 1 – O Começo das Fantasias
 
Eu namorava Celinha há pouco mais de dois anos, quando as coisas começaram a esfriar. Apesar dela ser uma coisa de louco (23 anos, 1,60m, 45kg, loirinha de cabelos lisos com cachinhos nas pontas, olhos grandes e castanhos, um rostinho que ia de anjinho a diabinha, peitinhos de médios para grandes, uma bundinha super arrebitada, enfim, uma princesa, um encanto) eu já não tinha mais tanto tesão quanto no começo do namoro. Acho que o mesmo valia pra ela. Não entendia como perdera o tesão por uma garota tão linda. Como ainda nos gostávamos, tentei conversar, a fim de melhorar a situação, e a convenci de que tínhamos que apimentar um pouco mais nosso namoro. Começamos a fazer algumas brincadeirinhas excitantes, como simular que comia ela à força, fazer em locais perigosos e com alguém por perto. Nossas trepadas melhoram muito, e nossa intimidade também. Eu já a chamava de puta, piranha, pistoleira e ela rebatia com puto, pintudo, caralhudo e outras sacanagens. Víamos filmes pornô, e nossas fantasias começaram a aparecer mais. Fantasiávamos principalmente com uma terceira pessoa na cama. Às vezes eu dizia que estava comendo outra, que ia comer outra na frente dela, que a estava fazendo de otária, comendo as amigas dela, e ela adorava, gozava como uma putinha. Mas acontecia também o contrário, ela fantasiava dizendo que dava pra todo mundo, que era fácil, que estava estourada de tanto levar pica, que eu era corno, e eu também gostava. Com o tempo, a fantasia que mais nos excitava deixou de ser “eu com outra” para ser “ela com outro”. Comecei a comprar algumas revistas em que vinham contos eróticos e classificados sexuais. Nós adorávamos as histórias com “putas e cornos”, e Celinha também passou a admirar os anúncios. Quando via um cara de pau bem grande falava “pra esse eu dava!”. Como eu tinha sido seu primeiro namorado, ela nunca tinha experimentado outro pau. Ela frequentemente falava em dar para um cara de pau bem grande, como dos anúncios e os atores pornos de alguns filmes. Não que eu tenha o pau pequeno – tem 17cm de comprimento por 13cm de circunferência, ela mesma mediu – mas ela falava em mais de 20x15cm. Comecei a ficar enciumado, desconfiando de tudo. Confundia as fantasias com a realidade, achava que ela estava dando pra todo mundo. Mas colocava a cabeça no lugar, não havia evidência nenhuma disso. Ela ainda parecia me amar, apenas tinha aquelas fantasias. Confessei a ela meu ciúme e preocupação com suas fantasias, e durante uma conversa franca ela disse que me amava, mas tinha suas fantasias. Disse algo que foi, no início, uma ducha de água fria, mas que com o tempo me deixou mais confuso, com ciúmes e tesão. - carlos, você trepa gostoso comigo, me faz gozar, faz tudo perfeito. Seu pau não é pequeno, é gostoso, ótimo, mas não me arregaça, parece que eu não fico cheia! Eu queria experimentar um pau bem grande que me deixasse ardida, arregaçada, esfolada, que realmente me fodesse! Fiquei mudo. Não sabia o que dizer. Eu estava com raiva, mas não era culpa dela. Estava sendo sincera. E percebendo que eu não estava à vontade com aquilo, tentou consertar dizendo que não era assim uma fantasia tão importante e que na verdade o tamanho não devia fazer muita diferença.
 
 parte 2 – Fantasiando Cada Vez Mais
 
Mesmo depois de alguns meses, as palavras de celinha ainda estavam na minha cabeça. Lembrava daquilo e ficava irritado, mas ao mesmo tempo, me excitava com a humilhação de minha namorada precisar dar para outro para se satisfazer. Tentei evitar fantasias durante nossas trepadas, mas não conseguia. Ela não precisava abrir muito a boca no boquete, chupava sem dificuldades. Parecia precisar de algo maior. Quando a penetrava também. O pau entrava fácil. Ela ficava tranquila, como quem aguentaria e gostaria de muito mais. Acabava traído por minhas próprias fantasias, e tomava a iniciativa, perguntando se ela não queria algo maior. Ela hesitava um pouco, devido ao meu ciúme, mas acabava cedendo e liberando suas fantasias. Quando ela estava de quatro, me provocava como uma puta:
- Se não tem pau pra me arregaçar pelo menos tenta me foder, porra!
No papai-e-mamãe me dizia com carinho e um jeitinho de menininha safada:
- Carlinhos, você vai ter que ser corno. Eu te amo demais, mas uma garota gostosa como eu não pode ficar sem uma piroca grande. Eu preciso ficar entupida, cheia.
Eu tinha que concordar. Uma gata daquelas merecia a melhor trepada possível. No fim da trepada, se eu ficava com um pouco de ciúmes ela dizia que era só fantasia, brincadeirinha que deixava nossas trepadas mais gostosas. Por mais algum tempo foram realmente só fantasias, eu já nem sentia mais tanto ciúme, e minha desconfiança já havia reduzido bastante. Até ela passar no vestibular em uma cidade próxima, e se mudar para lá.
 
 parte 3 – A Possibilidade da Fantasia Se Realizar
 
Celinha passou no vestibular para veterinária numa cidade próxima, e apesar da minha insistência acabou se mudando. Nos víamos nos finais de semana, e meu ciúme e desconfiança aumentaram muito. Começamos a discutir frequentemente, principalmente por causa das amizades que ela fez. Ela arrumou uma amiga chamada Cíntia, que, pelo que me contava, era uma verdadeira vagabunda. Eu ficava irritadíssimo. Brigava com celinha, dizendo que “me diga com que tu andas, que te direi quem és”. Ela alegava que já era adulta, sabia o que estava fazendo, não tinha que fazer tudo que a outra fazia. Acabei engolindo o sapo e decidi não me importar mais com sua nova amiga. Conheci Cíntia pessoalmente numa visita que fiz a celinha. Tentei ser simpático para não arrumar confusão, e deixei as duas amigas bem à vontade. Depois de beber um pouco dava pra ver que Cíntia era safada, bem vulgar, completamente diferente de minha namorada. Comentava de ex-amantes com a maior naturalidade, dizendo que fulano ou ciclano eram bons de cama, e acabou fazendo um comentário que deixou minha namorada sem graça, dizendo que um tal de Bituca era o preferido dela. Que o cara tinha o maior pau que ela já tinha visto. Depois de algum tempo retomei o assunto com Celinha, que me falou já ter visto o cara com Cíntia, e que havia emprestado seu apartamento pra eles uma vez. Disse que Cíntia chegou uma vez na faculdade andando com as pernas abertas, e que ela já até sabia o que tinha acontecido. O pior é que esse assunto sempre voltava à tona, Celinha sempre tinha alguma coisa pra comentar da Cíntia com o tal de Bituca.
- A Cíntia falou que o pau do Bituca é deste tamanho!
- Porra, Celinha! e o que você tem a ver com isso?
- Calma! só tô comentando!
Ela fala nisso o tempo todo. Outro dia cheguei em casa e ela tava na maior gritaria com o cara.
- Porra, na sua casa?
- É, eu tinha emprestado o apartamento pra ela.
Essas histórias me deixavam louco, e mesmo assim ela às vezes deixa escapulir alguma coisa:
- Ele é um cara baixinho, difícil de acreditar que ele tem um pau tão grande, deve ser exagero dela.
Eu ficava morrendo de ciúmes dessa proximidade entre Celinha e o tal do Bituca, mas como ficava sem argumentos quando ela dizia que o cara era caso da amiga dela, que não tinha nada a ver, acabava deixando pra lá. Num fim de semana, Celinha me disse ter brigado feio com Cíntia. Que não queria mais papo com ela, mas não sabia me dizer muito bem o motivo. Cíntia acabou ligando para a casa de minha sogra, xingando todos, dizendo que Celinha era uma vagabunda e muito mais. Não me preocupei muito, sabia que isso era o que se podia esperar de uma garota tão vulgar, e que agora não precisaria mais me preocupar com sua má influência sobre Celinha. Com isso, o assunto de Cíntia e Bituca morreu. Passei a discutir menos com Celinha, e voltamos a transar todos os finais de semana.
 
 parte 4 – Da Fantasia Para a Vida Real
 
Voltamos a transar normalmente, porém quando eu tentava começar a fantasiar, perguntar se ela queria um pau grande, ela ficava pouco à vontade, não era mais como antes. Passou a pedir que fizesse mais sexo anal, coisa que ela até gostava, mas nunca havia sido sua preferência. Evitava o sexo convencional, e às vezes reclamava só de eu pôr o dedinho na bocetinha dela. Já estava pra lá de desconfiado quando encontrei um papel com o nome Bituca e um número de celular em sua bolsa. fiquei acabado, pensei em terminar, em agredí-la, mas não tinha provas ainda, apesar das evidências. Ela alegou que estava ali desde antes de brigar com a Cíntia, que eu estava paranóico. Podia ser, mas eu não tinha certeza de mais nada, estava completamente inseguro. Como sabia de seus horários de aula na faculdade, resolvi viajar para a cidade onde ela estava estudando, e chegar de surpresa num momento em que ela provavelmente estaria em casa. Estava na porta de seu apartamento por volta das 19h. Toquei campainha e ouvi Celinha conversando com alguém dizendo que viria atender. Ela abriu a porta e quando me viu ficou atônita. Uma voz masculina perguntava lá do quarto quem era. Entrei sem falar nada, ela ficou tentando se explicar. Fui até seu quarto, tinha um cara deitado na sua cama. O cara ficou desesperado, começou a tentar a se explicar também. Eu disse que não tinha nada a ver com ele, que queria conversar com ela. Fomos para sala, eu e Celinha, e o cara permaneceu no quarto. Eu perguntei a ela com a voz embargada:
- Esse aí que é o tal do Bituca?
- É - disse ela olhando pro chão. Fiquei com os olhos cheios de lágrimas, não conseguia falar nada naquele momento. ela disse que eu não precisava ficar assim, que me amava, que foi só uma aventura, que ela nunca tinha feito isso, que jamais faria de novo, me pediu perdão inúmeras vezes. Fui me acalmando e perguntei a ela:
- É por isso que você não queria trepar comigo?
Ela continuou com aquela expressão de arrependimento, olhando para o chão, e não me respondia. perguntei de novo:
- É por isso?
- É. – respondeu ela, agora olhando nos meus olhos. Fiquei com uma raiva indescritível, mas ao mesmo tempo comecei a me excitar com aquela situação.
- Ele era tudo que você esperava?
- Eu não acho que a gente deve ficar falando sobre isso...
- Era ou não era?
- Era. Satisfeito? - Minha raiva e meu tesão aumentavam cada vez mais. Meu coração parecia que ia explodir.
- Por isso você só queria fazer anal, não é?
- Eu passei a gostar mais disso com você. É mais gostoso fazer isso com você.
- Anal é mais gostoso comigo? Ou é por que você estava com a bocetinha esfolada?
Eu estava transtornado. Com um tesão que nunca havia sentido. Ela não me respondeu. Apenas se aproximou e me beijou. Não consegui resistir. Ela pegou no meu pau, que estava duro como pedra, punhetou só um pouco, bem de leve, e falou:
- Espera aqui que eu já volto.
Foi para o quarto onde estava o cara. Até que me chamou. Entrei no quarto e fui apresentado a quem eu preferia não ter conhecido. Era um cara bem mais baixo que eu, devia ter em torno de 1,70m, não era boa pinta, estava fora de forma, um cara normal. O cara não falava nada, e eu também. A única a agir era Celinha. Não acreditei no que ela começou a fazer. O cara parecia não acreditar também. Ela tirou o short dele, pegou no seu pau, começou a punhetá-lo, se agachou, e começou um boquete com toda vontade. O pau do famoso Bituca parecia ser normal, apenas um pouco grosso, e, acho que porque ele estava sem graça, não estava dando sinais de vida. Criou-se um clima tenso no quarto. Meu tesão também diminuiu um pouco, mas Celinha continuava mamando naquele pau. O cara evitava me olhar, parecia tímido, e passou a olhar fixamente para Celinha. A única coisa que se ouvia no quarto era a respiração de Celinha e os barulhos que fazia chupando aquele pau. Até que Bituca começou a gemer baixinho também. Seu pau já aumentara um pouco, e estava, mesmo ainda bem mole, do tamanho do meu duro e não parava de crescer. Celinha já estava com a boca bem aberta, parecia estar finalmente com a pica que tanto desejava. Quando o pau dele finalmente ficou duro, era realmente de impressionar. Devia ter uns 22cm, mas o que impressionava mais era a grossura, mais de 16cm tranquilamente. Celinha lambia o pau dele por baixo, desde o saco até a cabeça, e Bituca às vezes batia com o pau na cara dela, que batendo na língua davam estalos que ecoavam no silêncio do quarto. Ela estava linda com aquele pau na boca. Estava com os peitinhos durinhos de fora, e usava apenas uma minissaia preta curtinha e um tamanquinho. Ela tentava prender os cabelos loiros para trás para não atrapalharem no boquete. Eu já estava com meu pau pra fora, um pouco envergonhado, e Celinha fez sinal para me aproximar. Cheguei com o pau perto da cara dela e ela passou a chupar os dois. Eu ficava incomodado, tamanha era a diferença. ela olhou pra mim e disse:
- Tenho que chupar o seu um pouco, pra descansar. O dele é muito grande, dói a minha boca. Enquanto ela chupava o meu, o cara ficava esfregando o pau na cara dela, como se quisesse que ela voltasse a chupar o dele. E ela dizia pra ele:
- Calma! Você sabe que eu gosto de chupar é pau grande, eu tô descansando. E tenho que chupar o do meu namorado também, né?
Ela punhetava o pau dele enquanto chupava o meu. O pau dele devia ser quase do tamanho do antebraço dela (em comprimento era um pouco menor, mas era mais grosso) e ela não conseguia fechar a mão em torno dele. O cara estava alucinado e a puxou pelo cabelo. Ela protestou um pouco, mas se apoiou sobre a escrivaninha e arrebitou aquela bundinha se oferecendo para ser penetrada. Estava sem calcinha, com a minissaia preta lá em cima, deixando a bundinha de fora. O tamanquinho tinha um salto que fazia ela arrebitar ainda mais. Ficava tão arrebitada que dava para ver sua bocetinha por trás. Ele pincelava o pau na entradinha da bocetinha rosada dela, que estava molhada como eu nunca havia visto, chegando a escorrer pelas pernas. Isso tudo na minha frente, a menos de meio metro. Eu tocava uma devagar, vendo tudo nos mínimos detalhes. Não acreditava que aquilo tudo iria entrar nela, ela parecia pequena demais pra aquilo tudo. Ela adivinhou o que eu estava pensando, falando com cara de putinha:
- Tá pensando que não vai caber? Então fica olhando. Você vai ver como eu aguento tudinho, igual a uma putinha!
O cara começou a enfiar a cabeça, empurrando os lábios da bocetinha dela para dentro. Ela gemia baixinho, parecia estar fazendo esforço para suportar. Ele deu um tempo para ela acostumar, ficou enfiando e tirando a cabeça. quando ela já parecia ter se acostumado ele forçou e enfiou todo o resto de uma só vez. Ela deu um gritinho e começou a gemer um pouco mais alto. Não dava pra acreditar que aquilo cabia na bocetinha dela. Ela ainda me provocava:
- Não falei que entrava tudo. Agora tô entupida! Me fode, Bituca. Fode com esse pauzão pra ele ver como eu gosto!
E Bituca já bombava com força, deixando a xotinha dela vermelhinha. ela gritava, dizendo que estava sendo arregaçada, que o pau dele estava batendo no fundo, que aquilo que era pau de verdade. E Bituca que estava quieto começou a falar também:
- Cara, tua namorada é uma piranha. Nunca vi ninguém gostar tanto de um pau grande. Depois que ela viu meu pau queria me dar o dia inteiro. Ela não para enquanto não estiver toda esfolada.
E nisso foi diminuindo a velocidade das bombadas, para que pudessem pegar fôlego. Ela pediu pra ele tirar, dizendo que agora era a minha vez. Posicionei-me atrás dela e comecei a colocar. A bocetinha dela estava visivelmente mais aberta e, dava pra sentir, um pouco mais larguinha. Assim que enfiei tudo ela começou a rebolar:
- Ai, tenho que rebolar senão não sinto seu pau direito. É por isso que pau grande é bom. Dá pra sentir tudo dentro.
Comecei a bombar mais rápido e chamá-la de piranha, ao que ela respondeu rapidamente:
- Piranha mesmo! E você é um corno! Você sempre soube que eu era puta, que queria um pau grande. Agora quem tiver pau grande vai me comer, e na sua frente! Agora chega! Tira esse pauzinho daí que eu quero ser arregaçada!
Eu já estava quase gozando, ainda mais com ela falando aquilo, mas tirei o pau. O tal do Bituca deitou na cama e ficou com a pica apontando pro teto. Celinha tirou o que restava de sua roupa e foi se sentar naquela tora. Ela abria a bocetinha com os dedos e ia tentando fazer o pau entrar. Ela estava encharcada, e mesmo assim o pau ia deslizando com dificuldade. Depois de muito gemer, ela já estava com o pau todo dentro e começou a cavalgar. Começou a gritar muito, chamando o cara de caralhudo, me chamando de corno. Acho que ela estava gozando. Ela então diminui o ritmo, tinha mesmo gozado como eu nunca tinha visto, e Bituca a empurrou e a colocou de quatro. Ela protestou:
- Devagar, porque você sabe que assim machuca!
Acho que não adiantou muito, porque ele começou a bombar rápido e com toda a força, fazendo ela gritar, como nunca tinha gritado comigo. A cena era humilhante, mas me dava um tesão incrível. Minha namorada recebendo um pau daquele tamanho, levando estocadas que faziam seu corpo todo vibrar e seus peitos balançarem no ar, gritando como se estivesse sendo estuprada, enfim, sendo fudida realmente, da forma que sempre quis e que eu nunca fui capaz de fazer. E começou a berrar que ia gozar de novo. Não acreditei! Quando trepava comigo ela demorava um bom tempo pra gozar de novo, e nunca conseguia gozar de quatro. Mas era verdade, ela estava gozando, e parecia ser um gozo ainda mais forte que o primeiro. Senti-me humilhado, ela gozava mais com ele que comigo, mas estava ao mesmo tempo maravilhado. Não era só eu que estava maravilhado com aquilo. Bituca pareceu se excitar ainda mais com o gozo dela e também anunciou que ia gozar. Ele tirou o pau gigante de dentro dela e deu uma gozada impressionante. Fiquei com inveja! Além de ter o pau imenso o cara parecia uma mangueira! Celinha virou o rosto para trás para apreciar o espetáculo. Ele deu várias esguichadas, talvez 8, 9, não sei, mas foram muitas e todas potentes e fartas. Esguichou até no cabelo e por pouco não foi no rostinho dela. Ficou banhada de esperma, que escorria pelas costas.
- Nossa, é muita porra! – ela disse baixinho, ofegante, com a voz cansada.
Bituca caiu deitado na cama e ela ainda ficou na mesma posição, com a bundinha arrebitada e a respiração ofegante. Eu disse que também queria gozar e fui aproximando o pau da bocetinha dela. Celinha chegou um pouco pra frente, como se tentasse fugir:
- Põe no meu cu então. Na boceta eu não aguento mais nada. Tá ardendo – e me ofereceu a bundinha. Enfiei o pau desesperadamente em seu cuzinho e comecei a bombar a toda. Ela só soltou um gritinho na hora que o pau entrou e depois continuou indiferente, apenas com a respiração ofegante e balançando com as estocadas que eu dava. Parecia que mesmo colocando no rabinho dela eu não conseguia causar o mesmo impacto que o pau do Bituca fazia na xotinha dela. Eu sempre gostei de gozar fora, só pra lambuzá-la de porra, mas acabei gozando dentro do rabinho dela, mesmo. Preferi não tirar na hora pra não passar por mais uma comparação desagradável, com aquele monte de porra que escorria pelas costas dela. Caí deitado na cama também, e em seguida ela também se deitou. Mas se deitou devagarzinho e gemendo, como se sua bucetinha doesse ao fazer qualquer movimento. Ficamos deitados os três, ela no meio, virada pra mim e punhetando meu pau de leve. Até que Celinha chegou no meu ouvido e disse baixinho que me amava. Bituca pareceu enciumado, agora ela estava dando mais atenção a mim. Então ele se levantou, meio sem jeito, dizendo que tinha sido legal, mas que tinha que ir embora. Celinha pegou a pica dele, que tava na meia bomba, chupou a cabeça ainda escorrendo porra e disse olhando pra ele:
- Depois a gente trepa mais. Agora ninguém precisa esconder mais nada. Ele terminou de se vestir, se despediu de longe e foi embora. Celinha veio se deitar ao meu lado de novo. Começou a punhetar meu pau e falou toda carinhosa:
- Carlinhos, gostou de ser corno? Pois eu gostei de ser puta! É a melhor coisa do mundo!
- Então vai continuar sendo puta, mas sempre na minha frente. Não quero nada sem eu estar por perto.
- Tudo bem. eu te amo. Não quero te esconder mais nada. mas se prepara, viu? Porque agora que eu sei como é bom, eu vou ser cada vez mais puta. Se tiver um pau grande na jogada, eu dou mesmo! Você vai ser o namoradinho corno da Celinha putinha! Vai ter que aceitar eu dando pra tudo quanto é caralhudo! Porque se você me ama, vai querer que eu goze gostoso, que eu fique satisfeita, não vai?
Respondi que sim e gozei como um louco na mão dela, confirmando mais uma vez o tesão que aquilo me dava.
 
 Parte 5 – E a Vida Continua...
 
Depois de algum tempo, acabamos transando com Bituca mais uma vez, mas ele parecia não estar mais à vontade, agora que eu estava sabendo, e acabou se afastando. Mas eu e Celinha continuamos nosso namoro, agora melhor do que nunca. Ela já transou com outros caras bem dotados na minha frente, inclusive, um deles, que conhecemos através de uma revista, tinha um pau realmente gigante, ainda maior que o de Bituca. Ele fez um verdadeiro estrago nela. Tivemos também alguns desentendimentos. Quase terminamos por falta de discrição dela. Celinha deu para um cara da faculdade que acabou espalhando e ela ficou com uma certa fama durante um tempo. Curto todas essas sacanagens, mas ainda prezo muito a discrição. Uma coisa é sacanagem entre quatro paredes, outra é ser apontado como corno no meio da rua. Mas acabamos superando isso também. Hoje estamos com quase cinco anos de namoro, e aprendemos a ser mais discretos. Preferimos pessoas de outras cidades ou que, no mínimo, não façam parte de nosso círculo social. Mas ela está cada vez mais putinha! Quem sabe você não é próximo a preencher a bocetinha da minha putinha?
 
 



26 comentários:

  1. Sou o Marcelo de SP/ZN. 43 anos, casado e esposa não sabe, tenho 1,77 de alt e 90Kg, cabelos grisalhos e olhos castanhos. Sou uma pessoa simples, educado, não fumo, não uso drogas e bebo com moderação.
    Procuro pessoas descomplicadas e decididas a passarem momentos de prazer sem obrigações, deveres ou qualquer tipo de grude ou compromisso,
    Somente momentos com alegria, diversão, responsabilidade, respeito, carinho e sigilo.
    Busco mulher casada, liberada pelo marido, para sexo na presença dele ou com sua participação, que deseja apimentar a relação com outro homem, sem qualquer preconceito com relação a idade, raça ou aparência.
    Procuro pessoas honestas e sinceras querendo viver bons momentos.

    marcelo_mc5@hotmail.com
    (11) 98583-0212 (TIM)
    http://marcelomc5.blogspot.com.br/2013/01/comedor-fixo-em-sp.html

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  2. >>> Eu sou de Ceilândia, Brasília-DF sou comedor de esposinhas. Adoro comer as esposinhas de meus amigos na frente deles. Adoro gozar dentro da boca das casadas e mandar o corno limpar tudinho. Tenho 34 anos, qualquer casal que curta entre em contato comigo. ricardaodf@hotmail.com ou (61) 9100-8848.

    >>> O melhor horário para falar comigo é de Seg. a Sex. das 08hs as 18hs, pois nesse horário estou no trabalho e minha esposa não sabe que meto em bucetas casadas.

    >> OBS.: Favor não fiquem mandando mensagens para o meu celular, se quiserem me liguem pois sou comedor de esposinhas e não mensageiro. Curto real sou comedor nato.

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  3. >>> Eu sou de Ceilândia, Brasília-DF sou comedor de esposinhas. Adoro comer as esposinhas de meus amigos na frente deles. Adoro gozar dentro da boca das casadas e mandar o corno limpar tudinho. Tenho 34 anos, qualquer casal que curta entre em contato comigo. ricardaodf@hotmail.com ou (61) 9100-8848.

    >> OBS.: Favor não fiquem mandando mensagens para o meu celular, se quiserem me liguem pois sou comedor de esposinhas e não mensageiro. Curto real sou comedor nato.

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  4. Muito bom conto...casa cm ela , se na vai perder

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  5. Suas revistas são excelentes. Parabéns pela qualidade. Adoramos. Beijos.

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  6. >>> Eu sou de Ceilândia, Brasília-DF sou comedor de esposinhas sou comedor procuro casais. Adoro comer as esposinhas de meus amigos na frente deles. Adoro gozar dentro da boca das casadas e mandar o corno limpar tudinho. Tenho 34 anos, qualquer casal que curta entre em contato comigo. ricardaodf@hotmail.com ou (61) 9100-8848 Operadora claro.

    >> OBS.: Favor não fiquem mandando mensagens para o meu celular, se quiserem me liguem pois sou comedor de esposinhas e não mensageiro. Curto real sou comedor nato.

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  7. Sou casada há mais de 15 anos, mas meu maridinho não me satifaz totalmente (na verdade, nem parcialmente) é claro que dou minhas puladinhas de cerca e já transei com homens que me levaram à loucura, mas queria muito realizar a fantazia de ser enrabada por um negão bem dotado na frente do meu maridinho e de preferência com ele filmando, mas não tenho coragem de falar pra ele, o que eu faço?.

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    1. Adoraria te fuder!!
      comedordecasadas.46@gmail.com

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    2. Pode falar que ele vai adorar, qualquer homem gosta, pode até se fazer, mas vai aceitar e depois vai até te agradecer.

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    3. Que delicia de fantasia. Eu adorari ter uma mulher pra me fazer de corno assim, ainda mais se for com negao. Quero ser um corno beeeeem obediente, sabe?
      Email/skype: garotao.liberal@gmail.com

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    4. Adoraria ter o prazer de conhecer lá vamos conversar sobre me liga 982235864 ou Skype cmgosexo

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  8. Busco amizades com casal liberal sou caminhoneiro viajo o brasil skype. mboi.22 whastapp 011 997178893

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  9. >> A melhor posição que curto comer mulher de CORNO é a seguinte:

    O corno por baixo de sua mulher num 69, o CORNO chupando a bucetinha dela e eu metendo a pica pra dentro da bucetinha dela.

    >> Quero ser fixo de algum casal, pois quero gozar bastante dentro da sua esposa para você meu amigo degustar do sabor da minha porra de dentro da buceta da sua esposinha.

    >>> Eu sou de Ceilândia, Brasília-DF sou comedor de esposinhas, procuro casais liberais, casadas, noivas,namoradas e solteiras. Adoro comer as esposinhas dos meus amigos na frente deles. Adoro gozar dentro da boca das casadas e mandar o CORNO limpar tudinho. Tenho 35 anos, qualquer casal que curta entre em contato comigo.

    >>> fudedor.de.esposas.df@hotmail.com ou (61) 8456-6055 Operadora OI.


    >> OBS.: Favor não fiquem mandando mensagens para o meu celular, se quiserem me liguem pois sou comedor de esposinhas e não mensageiro. Curto real sou comedor nato.

    >>> FAVOR ME LIGUEM EM DIAS ÚTEIS POIS NÃO LEVO ESSE CELULAR PARA CASA.

    >>> Casais que procuram homem (macho) para sua mulher (esposinha) que sejam daqui do Distrito Federal ou que possam vir prá cá.

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  10. Procuro casais da Região da Grande São Paulo para juntos fazermos loucuras em sexo, tudo sem frescuras, apenas sexo a tres ou mais.
    Aguardo o contato de todos que queiram sexo sem frescuras e muita putaria.
    motabc@gmail.com

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  11. Sou de São Paulo ,zona leste e estou a procura de uma esposa bem puta e safada pra fazer isso comigo. .... interessadas me chamem no meu Whats 011 977708946. ...somente mulheres de são Paulo zona leste ou próximo. ...

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  12. >> Olá sou Ricardo, curto sair com casais onde o marido, noivo ou namorado curta liberar sua parceira para uma aventura sexual comigo. Pratico sexo com a sua gata bem na sua frente.
    >>> Tenho 38 anos, moreno claro, 1,72m de altura, 80Kg
    >>>> Sou casado mas a minha mulher não sabe que curto transar com outras casadas, noivas, grávidas, solteiras e safadinhas na frente de seus parceiros.
    >>>>> Gatas que queiram marcar algo é só entrarem em contato:

    e-mail: fudedor.de.esposas.df@hotmail.com
    e-mail: ricardo.goza.df@gmail.com
    Fone: +55 (61) 8258-8767 TIM (whatsapp)
    Fone: +55 (61) 9253-0610 Claro
    Skype: ricardo.goza.df

    Brasil > Brasília-DF (Recanto das Emas)

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  13. Ola sou Bahiano e gosto de fuder esposinhas safadas. Me chama no zap (71)992871840
    Obs:não sou garoto de programa,gosto de me destrair e ver essas safadas fazendo meus 22 cm de brinquedo.

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  14. Bom dia ! Prazer sou o ANTONIO CARLOS , PROCURO CASAL,ou ESPOSINHAS DE CORNOS adoro esposas de maridos cornos vouyer e creio que me encaixo no que procura quanto a sigilo, discrição e respeito aos limites. Sou solteiro, 1,87 altura,89 kilos, 48 anos, 19 x 5 cm, vasectomizado, querendo aumentar meu circulo de amizades, onde com respeito aos limites de cada um poderemos desfrutar das nossas mais ousadas fantasias. , trabalho no Aeroporto do campo de Marte Aviaçao tenho disponibilidade de horarios e meio de locomoção. sera um prazer enorme dialogar com vcs !
    whatsapp 011997737906 carlos

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  15. Adoro casais, sou comedor de esposas, sou do Rio Duque de Caxias, tenho 48 anos sem vicio bem dotado 20 cm e grosso, e mulheres q queiram dar pulos no cigilo...meu sap 21 979451834 so para decididos..

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  16. Adoro casais, sou comedor de esposas, sou do Rio Duque de Caxias, tenho 48 anos sem vicio bem dotado 20 cm e grosso, e mulheres q queiram dar pulos no cigilo...meu sap 21 979451834 so para decididos..

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  17. Somos um casal que curtimos gang bang fone contato...061998598215

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  18. Minha gata curte machos super dotados e gênerosos... contato.061998598215

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  19. Sigiloso e discreto para casal onde o marido curte ver a esposa com outro macho. Whatsap (27) 99638-7857 ou Skype carloseduardoes. Posso receber aqui no Esp. Santo tenho local. Posso viajar para outros estados onde o casal possa me receber.

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